Dilema

Porque é que não dizes o que sentes?
Porque é que não sentes o que dizes?

I'm really feeling empty II

Interage com a realidade

Interrogo a mim própria se, eu e tu, realmente nos damos bem, ou, se será tudo isto uma ilusão dentro da minha alucinação. Se iríamos ser unha e carne; ou se mal conseguiríamos aguentar um dia sem uma discussão, se aniquilar-nos-íamos um ao outro num minuto apenas.
Seremos nós uma controvérsia?
Existem questões cujas respostas temos medo de morte. Muito bem, esta é uma das minhas.
Muitas vezes não tenho bem a certeza se avançar nos iria dar a chave para o tesouro ou se tal seria como uma bomba que explodiria a qualquer instante. É nesses dias, de dúvidas; que hesito, vacilo, e o meu espírito fica uma corda bamba. Por medo. Sempre por medo. O medo, é esse que nos faz muitas vezes ter direito ao “E se eu tivesse feito aquilo?”.
Eu sei que também o tens, não só destas perguntas, mas da reacção do mundo envolvente em que te encontras quando souber do que mais te move. Não é fácil, tenho noção, sei meter-me no teu lugar. E todo o medo que nos fode... queres saber uma coisa? Odeio-o. Odeio-o e queria matá-lo. Mas, será isso possível?
A minha honesta e simples opinião é que temos a obrigação de procurar dar respostas às nossas enigmáticas e procurar um rumo com sentido para nós próprios e as relações com os outros.
Por isso mesmo não posso mais viver das perguntas e altos e baixos a que me comprometes. Tenho de fazer-te ver que talvez a rapariga que está sempre lá, um dia poderá não estar. Mas, fazer-te ver o quanto ela se preocupa contigo, o quanto perdoa. O quanto te apregoa.
O quanto gosta e ti e tu não queres ver.
Porque ao veres essa realidade irás magoar-te. Ao magoares-me a mim, magoas-te a ti próprio. Eu sei disso.


(será?)

Reality

Protect yourself from yourself by yourself... It won't help. This is fun, grab a gun. Choose the one that is about to get done.

I'll never forget the smell of black roses

Because you are a part of me
because you give me causes
you give me a reason to be
and I'll never forget the smell of black roses.


(Escrito de um segundo para o outro, por um amigo.)
Há pessoas que superam todas as expectativas. É tudo o que tenho a dizer.

TU

TU, por mais que a ideia me consuma. (...)


"As coisas não são nunca o que parecem ser, pensamos que conhecemos o mundo que nos rodeia quando apenas vemos o exterior, o que parece ser..

Eu costumava ser exactamente como tu, acreditava na humanidade, nos jornais, reclames de novelas, politica, livros de historia, mas um dia o mundo dá-vos um pontapé nos dentes e não tens outra escolha senão ver como as coisas da forma que realmente são.

O meu nome é Rui Pinho, a minha história é a aquela em que um gajo ordinário tem algo de extraordinário a acontecer-lhe. Talvez fosse suposto acontecer, talvez tenha sido o meu destino ou o meu karma ou whatever.. Mas duma coisa tenho a certeza, nada será igual outra vez.

Tudo começou aqui, onde mais poderia ter acontecido? Na capital do universo, aquela que o tabuleiro de xadrez, escolheu para o seu ultimo grande jogo..

Eu era apenas outro peão, a viver a minha vida de peão até aquela noite, em que a minha vida descendeu ao caos.."

20/01/07 2:31,
Fahrenheit



E se um dia, vieres ao tal blog que não conheces... espero que sorrias.

I cant run

I dream about, how its going to end,
Approaching me quickly,
Leaving a life of fear,
I only want my mind to be clear,
People, making fun of me,
For no reason but jealousy,
I fantasise about my death,
Ill kill myself from holding my breath,

My suicidal dream,
Voices telling me what to do,
My suicidal dream,
Im sure you will get yours too,

Help me, comfort me,
Stop me from feeling what Im feeling now,
The rope is here,
Now Ill find a use,
Ill kill myself,
Ill put my head in a noose,

My suicidal dream,
Voices telling me what to do,
My suicidal dream,
Im sure you will get yours too,

Dreamin about my death, dream,
Suicidal, suicidal, suicidal dream,
Im suicidal,
Suicidal dream.
Silverchair.






I. I can't sleep. Realise all these things that you took from me. Smash apart what you created... How can't I ever stop you from crushing my soul?
All, I can think of, is my love for you
and all the fun times we shared together. As I end what I created.

When we met, you said we were the same. You know that we're different. We're different.

If three words could heal you I would only speak two.

O chão que pisas sou eu

Eu quero estar lá
Quando tu tiveres de olhar para trás.
Sempre quero ouvir
Aquilo que guardaste para dizer no fim.
Eu não te posso dar
Aquilo que nunca tive de ti,
Mas não te vou negar a visita às ruínas que deixaste em mim.
Se o nosso amor é um combate
Então que ganhe a melhor parte.
O chão que pisas sou eu.
O nosso amor morreu quem o matou fui eu.


O chão que pisas sou eu...

The lie i've created


Such a paradox... isn't it? Isn't it?

The one to blame... is mE

Abraça-me. Abraça-me, e fica assim. Arranca este sufoco de mim, isto que escondo cá dentro e não quero revelar... faz-me esquecer. Não de ti, mas do caos em que a minha vida se transformou. Não apenas a minha vida material, exterior. Mas principalmente, a minha vida interior.
O meu Eu é inválido. Ajuda-me, diz que vou ficar bem... (ao teu lado).

Hurt




I hurt myself today
To see if I still feel
I focus on the pain
the only thing that's real
The needle tears a hole
the old familiar sting
try to kill it all away
but I remember everything

What have I become?
My sweetest friend
Everyone I know
goes away in the end
You could have it all
My empire of dirt
I will let you down
I will make you hurt

I wear this crown of shit
upon my liar's chair
Full of broken thoughts
I cannot repair
Beneath the stains of time
the feelings disappear
You are someone else
I am still right here

What have I become?
my sweetest friend
Everyone I know
goes away in the end
You could have it all
my empire of dirt
I will let you down
I will make you hurt

If I could start again
a million miles away
I would keep myself
I would find a way...


A sério. A sério que dava tudo pra os ver ao ao vivo .


"WHAT HAVE I BECOME MY SWEETEST FRIEND? EVERYONE I KNOW GOES AWAY IN THE END... AND YOU COULD HAVE IT ALL MY EMPIRE OF DIRT, I WILL LET YOU DOWN. I WILL MAKE YOU HURT"

P.S.


Jag älskar DIG

...what the fuck does it mean? (I wonder if you like to play with my little mind.)




yeah, I know the meaning.

Todos as temos...

Desilusões.

Algo que me deixa a pensar... (Não só isto. Visto que o que mais faço é pensar. Pensar em merda, mesmo assim dizendo. Penso no que é, no que foi, no que podia ser, no que poderá ser. Penso em nada, que ao mesmo tempo para mim é: tudo. No fim chego a conclusões: nenhumas. E passo 3/4 da minha vida acorrentada ao meu próprio pensamento (privando muitas vezes o meu estado de espírito). E não consigo parar. É como se fosse algo previamente programado dentro do meu cérebro.)

(...) Algo que me suscita grande frustração é a existência de pessoas falsas. Tudo bem, já toda a gente sabe que as há, que maior parte do mundo o é. Sou apenas mais uma frustrada (talvez?) a tentar arranjar uma razão óbvia para justificar tal coisa. Mas porque são assim? Felicita-os? Dá-lhes prazer?
É como aquelas vezes em que encontramos uma pessoa do nada, caída do céu, e damos por nós a pensar encontrei alguém verdadeiro, alguém a quem posso chamar Amigo. Fazem-nos acreditar que somos importantes e passado o nosso tempo de audiência, o nosso amigo já está ocupado com outros amigos. E tu, tu foste mais um amigo, mas com data de validade bem prevista. Mais um mero amigo!
Ora. Essas pessoas não dão bem conta do que fazem, porque lhes é bastante superficial. Mas já aquelas que vivem racionalmente, e não fazem amigos em cada esquina, essas, já sabem melhor o sabor da desilusão.

Uma desilusão. Por cima de outra, e por cima de outra. Uma, duas, três, quatro (...) desilusões.
Uma mera desilusão pode ser o começo da destruição de uma pessoa.
E eu começo a perder a confiança nas pessoas.
Eu que a tinha.
Começo a perder-me.

Eu não sei, eu gostei.

São coisas

Pára-o.
eu vou ser mais eu. eu vou. mas quem sou eu afinal? tenho-me tornado perdida. não sei onde. Pára-o. um dia vais ver. um dia. o que não conheceste, o que ficou pra trás. o que deixaste ficar. que não viste. Pára-o. és uma contradiçao. algo bonito. Pára-o. e vamos ser. o tempo está a passar. ele vai acabar. Pára-o. é a sobra, sons de passos.
por favor...

Kill me with your words



Will you remember ?
I will.

Never Meant To Belong



Nãomeapeteceescrever.nãomeapetecepensar.nãomeapeteceesforçar-me.
estoucansadadenãotever.nãoseioquesepassacomigonemcomomundo.
tunãoprecisasdemimeuseitunãoprecisasdemimabsolutamenteparanada.
entãoqualéopontodistotudo?tunãoprecisasdemim.
deitafora.deitafora.euseialgumdiairáserdevez.maseupreciso.de...ti

estúpida.

Receio

I'm really feeling empty

Lembras-te?

"Deixemo-nos de rodeios. A paixão é real."

(Enfim... este segredo é frágil e é meu.)

You vs. Me

Eu sei que não lês este blog. Nunca cá vens porque nem sequer tens conhecimento da sua existência. Negas tudo o que aqui não lês, e com razão porque nunca lês nada do que realmente escrevo.
Tu tens medo. Não sei de quê, mas tens medo. Tens medo daquilo que não conheces e tens medo de vir a conhecer. Mas de vez em quando tentas. Eu sei que não resistes a procurar lenha para me queimar na mesma fogueira em que te aqueces. Eu sei que procuras novidades que nunca te conto, e esmiuças cada palavra minha em busca de um significado que possas converter em agressão, desconsideração, ou desfeita pessoal premeditada. Invejas cada palavra de carinho dirigida a quem não conheces. Anseias por uma palavra de atenção dirigida a ti, mas, sabes, mesmo que a escreva, tu não a encontrarás, não a entenderias, porque só lês o que queres e o que queres não é ler algo que te desarme.
Tu serás sempre mais forte do que eu, ou talvez não. A minha força fui buscá-la a ti, e espelho-a em ti todos os dias. Tudo o que farei, a forma como te falarei e como te reagirei, serão reflexos retardados de tudo o que te vi fazer, da forma como sempre reagiste comigo e de todos os exemplos que me deste. Achas que és a perfeição em pessoa, que mereces tudo de melhor e exiges nada menos do que isso. A diferença é defeito.
Mas eu saí diferente... Uma injustiça do destino, que já conseguiste conquistar mas com um falhas pelo meio. Mas ainda não desististe, como um campeonato que tens de vencer.

Da maneira como eu vejo as coisas, eu nem sequer vou a jogo, porque não há aqui uma competição em que eu pretenda alinhar. Tu não és o adversário, nunca o foste e nunca o serás. Porque eu não vou a jogo e tu não me podes obrigar.

Da forma como tu vês as coisas, eu estou sempre na ofensiva, porque tu criaste um jogo em que és a equipa que merece ganhar porque é a que nunca abandona o jogo. Eu sou aquela que falha, que foge, que se afasta e que é fraca e merece, por isso, ser derrotada. Vai daí, tudo o que faço é uma provocação que merece contra-ataque. Cada vez que falo/escrevo, ataco. Cada vez que calo ou omito, firo. E tu ripostas sempre. E o jogo continua. Sempre que determinas uma nova regra que eu não cumpro, reclamas falta.
Como um duelo no nevoeiro. Tu atiras a matar para vingares a tua honra. Eu aparo-te as balas e não te mostro o sangue, calo a dor e só te devolvo o silêncio. Não vês o resultado, porque não é o que queres ver. Nunca sabes se acertaste, pelo que a vingança não se concretiza. É a única forma que encontro de não entrar no teu jogo. Ainda que pontue sempre.
E a puta da competição não acaba.

E eu estou cansada, sabes? Cansada e magoada e farta de lamber feridas, defender, esquivar e tentar relevar. Simplesmente já não consigo. Estou cansada de te ver espernear, de te ver gastar energia com tudo o que deveria ser, e nunca, mas nunca, a ver aquilo que simplesmente é.
Já conseguiste convencer-me de que não sou nada daquilo que sempre sonhaste, que sou um monte de defeitos e que sou tão má pessoa que não mereço nada do que tenho, nada do que faço, nem que ninguém goste de mim, ou não esteja ressentido comigo. Tudo o que faço está mal, é insuficiente, é estranho, incompreensível ou tem as piores intenções. E como tu és o exemplo perfeição e e as tuas certezas são inabaláveis, não podes estar enganado.
Eu respeito a essa tua condição, por isso nem tento desenganar-te, nem mudar-te. Não conseguiria.
Eu respeito-te como és, e gostava muito que me conseguisses aceitar como sou: diferente. Diferente de ti, só isso.

Eu sei que não acreditas, mas...
eu adoro-te por mais que possas pensar.

Stay

Dance with me below crystal knives, chandeliers ablaze. We'll dance in fear of our own lives that our eyes contain.

Confissão

" Os dias têm sido imensos...e as noites, essas, longas demais.


E tenho pensado em tanto que vivi, em tanto que esperei, em tanto que não consegui.
E o pior, muitas vezes, é não ter respostas para perguntas que faço. Talvez sejam sem sentido. Rodopiam em mim como se me quisessem sofucar. Mas eu não sei, não sou eu quem sabe as respostas. E tudo me parece ser possivel.
Abraço-me na ânsia que o sono chegue depressa, que afaste imagens de mim...


E no meio de pensamentos destroçados, sei que algures fiz tudo errado, só não sei onde.
Cruzei linhas que não me eram permitidas, acreditei em palavras. Uma vez mais acreditei...uma vez mais me decepcionei.
E quantas vezes não decepcionei eu alguem?
Quantas vezes não dei o que esperavam de mim? Um carinho, uma palavra, qualquer coisa que nunca deixei sair. Quantas vezes magoei sem saber?

E sei que perco. E perder, quase sempre dói.
Sei que acreditei em algo que afinal, a vida me provou mais uma vez, que não existe. Mas eu teimo. Eu preciso saber, mesmo que as palavras me tragam a maior mágoa. A mágoa passa, as palavras ficam...mas pelo menos sei. Fico sem duvidas. As duvidas que me fazem ficar acordada e dividida entre o querer e o dever. A duvida que não me deixa saber qual é, afinal, o meu lugar: se longe se perto.

As vozes que nos chegam de mansinho, que nos garantem ser diferentes e que nos provam que são iguais.
As vozes que querem algo de nós que não somos capazes de dar, que nos pedem o que nós tambem pedimos.

Fecho portas devagar...rasgo a pele com as palavras que não posso dizer...com prazeres que não me são permitidos.
Porque o coração está cá...batendo mais calmo, dorido...mas vivo.
E num dia qualquer tudo será lembrança. E num dia qualquer já nenhuma palavra fará qualquer diferença. E num dia qualquer já não há regresso. E num dia qualquer a memória já nada nos traz. Talvez venha um sorriso de saudade, talvez...
Porque num dia, eramos tudo...no outro nada.
Porque nesta vida de faz de conta...passamos de bestiais a bestas com tanta facilidade como de bestas a bestiais. E não compreendo. Ou talvez compreenda, mas não aceito ser igual. Não quero ser. Não posso ser.
Era tão mais fácil se todas as palavras fossem ditas...se não houvessem máscaras ou fingimento...tão mais fácil! Era tão mais fácil poder olhar e dizer tantas coisas que o coração grita e que a boca cala! Era tão mais fácil poder odiar. Mas sou assim: quando gosto, gosto. E nunca sou capaz de deixar de lado esses amores, esses sentimentos... mesmo que só me façam mal.

Porque se fala o que não se quer? Porque se diz o que não se sente? Porque se fere quando se quer apenas amar?
Sinto-me cansada de uma guerra que não escolhi, que não procurei e que me faz sofrer.
Uma guerra que chegou sem me avisar... e que partiu deixando-me derrotada.
Não quero mais, estou cansada.
Quero que o tempo volte atraz e refaça todo o mal que fiz...todas as decepções que causei... ou que o tempo passe depressa e me permita esquecer.
E sei que isso vai acontecer.
Sei que na mágoa vou aprender de novo a acreditar...e quem sabe amar.

Que as lágrimas deslizem pela face, que se transformem em pedras e que em pedra se torne o meu coração.
Porque se sofre sempre por quem menos merece?

Há tantas arestas que preciso limar! Tantas correntes das quais preciso me libertar! Tantas palavras e gestos que preciso esquecer!

E como confissão: sim, estou carente. Queria apenas aquele abraço que apertado e triste me pudesse fazer chorar. Preciso tanto libertar-me de lágrimas que tenho presas em mim...queria tanto ouvir uma voz, a TUA voz, que me dissesse: Gosto muito de ti.
E que por essas palavras a pele se rasgasse e gritasse: Tambem eu gosto de ti. Muito.

Quem sabe então assim..."

Insignificância de um ser

ESPECIAL do Lat. speciale, adj. 2 gén.,
relativo a uma espécie;
próprio;
peculiar;
característico, particular;
exclusivo;
privativo;
singular;
excelente;
fora do comum.


Desculpa-me mas penso que não percebi bem o significado da palavra ''especial''.... o significado da citação "Mas tu tens valor''. Como pode alguém dizer-te isso quando age igualmente ou até pior em algumas circunstâncias para ti como para outras pessoas?

Dói ver a sua indiferença (e diferença), o desprendimento, a apatia, a frieza por vezes. A mediocridade e inutilidade do meu ser. Sinto-me como um brinquedo velho, prestes a ser deitado no lixo... destino à lixeira do distrito. Mesmo que assim não o queira.

E mais uma vez neste espaço falo eu para paredes virtuais... quero algo que me ajude a ter a força e esperança que costumo ter todos os dias dentro de mim, pois por mais que queira ela sempre acaba por correr, a fugir-me pra longe. Tenho de agarrá-la.
Perdi o meu coração faz meses, e todos estes sentimentos estão a fazer a minha cabeça explodir. Sei que nada sei.


Please forgive me but I care.